Logo na Van nós batemos um papo legal. Falando sobre as diferenças que existiam nos corais, do mesmo circuito e de outros circuitos também.
A maioria dos corais sempre ficavam em uma linha confortável, mas o cge era o único que ousado e abusado a ponto de ir além. A grande maioria acabava adotando uma vibe meio ministério de louvor. Até porque isso, de acordo, com as pessoas que trabalham com o ramo é mais comercial do que coral de raiz.
Coral dá trabalho. Pessoas dão trabalho.
Fomos de van. Pagamos a van para nos levar até o evento. O Evento foi em Nilópolis. Uma casa de show bem grande, com umas estrutura muito boa. O nome da casa era NiloShow.
Nesse dia, eu já estava chateado com algumas coisas que estavam rolando nos bastidores, coisas chatas, falta de transparência da direção e o modo com que nós éramos tratados às vezes. Às vezes era tratado como uma espécie de "funcionário" tomava bronca, etc...
Nesse mesmo dia, quando a van nos deixou, nós coralistas, descemos da van e o baterista desceu e não desceu com as peças da bateria, resultado, a van foi embora com as peças do baterista, o líder ficou bravo com a gente sem motivo, deu bronca na gente ( e não no baterista ¬¬ ). O que criou um desconforto e irritação.
Lá dentro nós ficamos em um camarim, fomos muito bem tratados, enquanto esperávamos a hora de cantar. Até entrevista rolou. Todo mundo tirando foto, esse momento foi legal.
Eu, como sempre, o maior de todos (1.94) sempre fico lá atrás. A equipe que nos entrevistou e a equipe que nos recebeu fizeram muito bem o seu trabalho. Parabéns a todos que se envolveram no projeto.
Quando a gente tem agendas e costuma ir quase toda semana a um lugar diferente, seja igreja, evento de rua, evento fechado umas das coisas que mais me marcam é o tratamento que eu recebo das pessoas que estão envolvidas. É uma questão que realmente surpreende.
Quando subimos no palco, erros de logística bobos da liderança.
Tinham microfones para quase todo mundo, mas algumas cabeças de naipes ficaram "na onça". O certo seria, colocar as cabeças de naipe ( pessoas que seguram o naipe, tem mais segurança nas músicas e que não vacilam ) em microfones solos. E o restante do pessoal que não tem tanta segurança dividindo o microfone.
Um erro bobo também foi que, o líder do coral é casado com uma contralto e já que ela estava lá, ela deveria ter um ponto mais de destaque e acabou ficando no canto e fora da iluminação.
Nós cantamos poucas músicas, mas deu pra ver a reação da galera no platéia. O que mais me marcou foi o jeito e a entrega da Amanda Almeida ( contralto do coral ) e do meu camarada Johnny Lopes, que mesmo não sendo cabeça de naipe, tirou o microfone do pedestal e se entregou. Ele tirou o mic do pedestal e começou a ministrar, aí eu tirei também e comecei a ministrar também, foi mó maneiro! Pelo menos o líder não chegou na gente pedindo mais expressão hehehehehe.
Depois que nós cantamos voltamos pro camarim, mas tivemos que liberar ele pro Coral Kemuel que tinha acabado de chegar.
Quando saímos, eles estavam parados na porta, o Líder do coral de cabeça baixa, como se estivesse chateador com alguma coisa, uma das contraltos mascando chiclete como uma adolescente alheia.
Passou um tempo e eles subiram pra se apresentar. Realmente é um show. É quase que um pentatonix a apresentação deles. Poucas pessoas que fazem uma sonzeira!
Como sempre eles fizeram aquela brincadeira de "Eu faço o melisma e você tenta repetir". Cantaram mais algumas músicas. Eu fiquei bobo como o Paulo Zuquini tem um timbre maduro e black. Eu achava que ele e o Erick Tolentino tinham timbres mais teen, o Zuquini realmente deu um show naquele dia.
O chato da história foi o fato de que uma integrante do coral, Isabela Barbosa, que é do Rio de janeiro e que ganhou um concurso que eles mesmos fizeram, não solou a música que ela canta. Mesmo com o povo todo gritando "Belinha! Belinha! Belinha" O líder do coral pediu que outra menina cantasse.
O coral resgate subiu no palco quase na hora de irmos embora. Eu mesmo assisti algumas músicas do lado de fora da casa. Foi realmente uma experiência espiritual poder compartilhar aqueles momentos com eles!
Coral dá trabalho. Pessoas dão trabalho.
Fomos de van. Pagamos a van para nos levar até o evento. O Evento foi em Nilópolis. Uma casa de show bem grande, com umas estrutura muito boa. O nome da casa era NiloShow.
Nesse dia, eu já estava chateado com algumas coisas que estavam rolando nos bastidores, coisas chatas, falta de transparência da direção e o modo com que nós éramos tratados às vezes. Às vezes era tratado como uma espécie de "funcionário" tomava bronca, etc...
Nesse mesmo dia, quando a van nos deixou, nós coralistas, descemos da van e o baterista desceu e não desceu com as peças da bateria, resultado, a van foi embora com as peças do baterista, o líder ficou bravo com a gente sem motivo, deu bronca na gente ( e não no baterista ¬¬ ). O que criou um desconforto e irritação.
Lá dentro nós ficamos em um camarim, fomos muito bem tratados, enquanto esperávamos a hora de cantar. Até entrevista rolou. Todo mundo tirando foto, esse momento foi legal.
Eu, como sempre, o maior de todos (1.94) sempre fico lá atrás. A equipe que nos entrevistou e a equipe que nos recebeu fizeram muito bem o seu trabalho. Parabéns a todos que se envolveram no projeto.
Quando a gente tem agendas e costuma ir quase toda semana a um lugar diferente, seja igreja, evento de rua, evento fechado umas das coisas que mais me marcam é o tratamento que eu recebo das pessoas que estão envolvidas. É uma questão que realmente surpreende.
Quando subimos no palco, erros de logística bobos da liderança.
Tinham microfones para quase todo mundo, mas algumas cabeças de naipes ficaram "na onça". O certo seria, colocar as cabeças de naipe ( pessoas que seguram o naipe, tem mais segurança nas músicas e que não vacilam ) em microfones solos. E o restante do pessoal que não tem tanta segurança dividindo o microfone.
Um erro bobo também foi que, o líder do coral é casado com uma contralto e já que ela estava lá, ela deveria ter um ponto mais de destaque e acabou ficando no canto e fora da iluminação.
Nós cantamos poucas músicas, mas deu pra ver a reação da galera no platéia. O que mais me marcou foi o jeito e a entrega da Amanda Almeida ( contralto do coral ) e do meu camarada Johnny Lopes, que mesmo não sendo cabeça de naipe, tirou o microfone do pedestal e se entregou. Ele tirou o mic do pedestal e começou a ministrar, aí eu tirei também e comecei a ministrar também, foi mó maneiro! Pelo menos o líder não chegou na gente pedindo mais expressão hehehehehe.
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| Foto Pública Retirada da página do coral no Facebook - www.facebook.com/CoralGE |
Depois que nós cantamos voltamos pro camarim, mas tivemos que liberar ele pro Coral Kemuel que tinha acabado de chegar.
Quando saímos, eles estavam parados na porta, o Líder do coral de cabeça baixa, como se estivesse chateador com alguma coisa, uma das contraltos mascando chiclete como uma adolescente alheia.
Passou um tempo e eles subiram pra se apresentar. Realmente é um show. É quase que um pentatonix a apresentação deles. Poucas pessoas que fazem uma sonzeira!
Como sempre eles fizeram aquela brincadeira de "Eu faço o melisma e você tenta repetir". Cantaram mais algumas músicas. Eu fiquei bobo como o Paulo Zuquini tem um timbre maduro e black. Eu achava que ele e o Erick Tolentino tinham timbres mais teen, o Zuquini realmente deu um show naquele dia.
O chato da história foi o fato de que uma integrante do coral, Isabela Barbosa, que é do Rio de janeiro e que ganhou um concurso que eles mesmos fizeram, não solou a música que ela canta. Mesmo com o povo todo gritando "Belinha! Belinha! Belinha" O líder do coral pediu que outra menina cantasse.
O coral resgate subiu no palco quase na hora de irmos embora. Eu mesmo assisti algumas músicas do lado de fora da casa. Foi realmente uma experiência espiritual poder compartilhar aqueles momentos com eles!



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